domingo, 25 de outubro de 2026

LEANDRO CEIA (reedição) - ABC DO TRABALHOR


LEANDRO CEIA
 (reedição) - ABC DO TRABALHOR

Dedicado a Alfredo Matos que promoveu a primeira edição deste opúsculo em 1979 pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Setúbal com o título de «Abc do Trabalhador», Leandro Ceia explica a mudança na página 3: «O vocábulo trabalhador, de trabalho mais dor, deriva do latim tripaliu que no Império Romano designava um instrumento de tortura de escravos. Por entender que no futuro todo o trabalho deixará de ser penoso, mas sim livre e fonte de alegria, o autor substutui-o por trabalhor – retira-lhe a sílaba «dor». Além do texto-base que ocupa 72 páginas, o livro integra vários anexos: dois poemas de Eugénia Cunhal (de 1947 e 1962), uma carta de Álvaro Cunhal (de 1966) e a exortação de Vasco Gonçalves (primeiro ministro entre 18-7-74 e 19-9-75) no I Congresso de Escritores Portugueses (1975). A contracapa reproduz capas de livros dos seguintes autores: Câmara Reys, José Rodrigues Miguéis, Aquilino Ribeiro, Mário Dionísio, Joseia Matos Mira, Manuel da Fonseca, Urbano Tavares Rodrigues, Nuno de Figueiredo e José Saramago. Do livro «Até amanhã, camaradas» de Manuel Tiago surge uma pequena citação: «Temos conseguido jornas mais altas?  É certo – disse Alfredo. – Mas que valem jornas mais altas se os preços sobem e faltam géneros? Se lutamos por jornas mais altas temos também de lutar contra a falta de géneros e sobretudo a falta de pão…». A capa é de Ilija Iliev, os desenhos de Piçarra Luís, a composição é de Paula Ferreira e a impressão é de V. Alberto Santos. JCF    

  

       

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